terça-feira, 19 de outubro de 2010

Música Nova

Pelas tabelas, ela me fará lembrar São José dos Campos.



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Agora é hora de passear...

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Entre Putas e Poetas

Quão próximas podem ser essas duas espécies humanas?

As putas se vendem por um alto preço que é o resultado consolidado de uma disputa, que chega a ser sangrenta, que vem todas as segundas-feiras ao nosso conhecimento! Suor e horas trabalhadas são recompensadas com pontos que podem levar a equipe à um intenso êxtase liderado por uma salva de palmas, como tambem podem resultar em uma bronca que pode durar até dias em suas mentes.

Mas ainda assim é essa a sua função...

E onde ficam os poetas?

Os que pregam a arte pela arte, aqueles que dedicam horas, dias e muitas madrugadas para verem o nascimento de suas crias, e que querem como retorno de seu trabalho apenas um comentário, um elogio, que seja até uma crítica, desde que seja construtiva. Ou nem isso, apenas sentem a satisfação de terem criado, ou participado da criação, de algo que vai rodar pelos lares de milhares e se orgulham de suas profissões e dormem tranquilos, noites de um dia bem trabalhado!

Quem esta certo?

E quem sou eu?

quarta-feira, 26 de maio de 2010

NOTA:

ESTAMOS DE FÉRIAS!

MAS, VOLTAREMOS EM BREVE...

segunda-feira, 29 de março de 2010

Regra de Três

A anestesia esta para a colonoscopia, assim como o boa noite Cinderela esta para a balada!

No final das contas, o objetivo é o mesmo...

sábado, 20 de março de 2010

Londres

15 dicas infalíveis de quem tem um pouquinho mais de experiência que você.

1) Leve sempre um casaco, ai faz frio!
2) A cerveja não é bebida quente, é temperatura ambiente, logo, ela esta gelada!
3) Não fure fila isso é coisa de brasileiro! Lembre-se do seu lado italiano!
4) Não fume a maconha deles, é muito forte ou certifique-se que alguém cuidará de você!
5) Fique com um gringo, por mais que um brasileiro esteja te esperando!
6) Não, em hipótese nenhuma fique com dois amigos, você vai virar motivo de chacota, vem na minha...
7) Use camisinha, alias você já aprendeu a falar isso em inglês?
8) Tente ouvir tudo o que toca por ai, o rock britânico é o melhor do mundo!
9) Esqueça que existe pagode!
10) Me traga um presente...
11) Faça cócegas nos guardas reais... por mim!!!
12) Conheça muitas gringas... convide-as para virem ao Brasil!
13) Fale sobre o Palmeiras com os amantes do futebol, mas cuidado com os Hooligans!
14) Não tire foto de tudo, seus pais não precisam ver!!!
15) E por favor, aproveite, por nós dois! Cuide-se...

Te Amo Demais...

quinta-feira, 18 de março de 2010

Mais do Mesmo, Mais uma Vez

Numa quinta-feira qualquer, eu e dois amigos do trabalho resolvemos ir almoçar em um lugar diferente, chegando ao nosso destino, antes de entrar para fazermos o nosso pedido, resolvemos fumar um cigarro.

Numa mesa próxima a nós estava uma cena curiosa, um punk, bem ao estilo Old School, de uns trinta e poucos anos, moicano abaixado, camiseta dos Garotos Podres (uma banda do underground nacional) bermuda e coturno no pé.

Ao seu lado, um garoto que não aparentava ter mais de 15 anos. Um estilo mais conservador, All Star no pé, calça de grife e uma camisa polo, cabelos bem cuidados e ar de inteligente, e o terceiro elemento chamou mais atenção que o próprio punk.

Um senhor, de talvez uns 60 anos, conclusão tirada por ter o que restava de seus cabelos, brancos. Calça boca de sino, uma camisa ao estilo John Travolta (no filme os embalos de sabado a noite) e um colete preto por cima.

Ambos estavam comendo um lanche numa famosa rede de lanchonetes fast food bem ao estilo americano. Não me impressionou as vestimentas e nem a lanchonete, o que me impressionou foi o assunto! Estavam todos discutindo sobre o bolsa família...

Isso eram 14h30.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Vontade, desejo, vingança...

Quando a vontade aparece, é sempre dificil de controlar, quando ela vem acompanhada do desejo então, ai quero ver se segurar é quase que impossível...

Agora, se tem um tom de vingança, esquece, você tem que por pra fora, não da, aquilo fica engasgado na sua garganta, embrulha o seu estomago e enquanto você não coloca pra fora aquilo vai te consumindo aos poucos...

Mas é claro que isso tudo vem acompanhado de efeito/consequência...

E se não houver efeito e não surgir nenhuma consequência que te abale?

Aposto que você teria colocado pra fora!

Mas eu não, pelo menos não por hoje...

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Mais do Mesmo

Local: Avenida 9 de Julho
Hora: 08h23min

Cena: Dia quente de verão. Aquela brisa fria da manhã, mas já com aquela previsão de calor desonesto. Decote. Um gingado nacional bem característico. Magra sem ser seca. Arrumadinha sem ser fresca. Gostosa, no português claro. Flutuando pela calçada num take mágico, acompanhada por um marombado grande, desses que fazem musculação mais na auto-estima do que nos músculos.

Homem não disfarça. Olha mesmo! Talvez seja mais importante se mostrar olhando do que o conteúdo desfrutado pelas retinas. A atenção era tanta naquele par de pernas altamente mordíveis, que nem se notava o exótico travesti pé-de-sandália (travesti não usa chinelos, né?) que vinha atrás da loira. O travesti olhava de cima a baixo a beldade rebolar.

Sentado na calçada um menino com não mais de oito anos (que na verdade deveriam ser doze anos, mas não aparentava mais que seis) esquecia completamente dos seus deveres de vendedor de bala. Divertia-se às gargalhadas com o despudor estranho e o desglamurama daquele travesti mal financiado.

Do outro lado da rua, quase alheia tudo, mas fundamental para a costura dessa cena, ia uma velha freira em seus trajes castos. Num olhar assustado e impotente para o triste prelúdio de pecado e subversão que via naquele menino.

Fechando a cena, numa "fade away" bem lento para o cinza, iam todos os outros, ignorando a velha, o menino, o travesti, a gostosa e o bombado. Como se a única coisa da vida fosse andar a pé por aquela avenida. Mas num balcão de padaria, com cinco reais a menos no bolso, este interlocutor degustava seu pão de queijo com suco de laranja se divertindo com a vida.

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sábado, 6 de fevereiro de 2010

As Histórias que o Rock nos Conta.

Nós nos encontramos em segredo em um apartamento em Kensington. Eric Clapton me pediu para ir para escutar uma nova música que ele havia escrito.

Ele ligou o gravador, aumentou o volume e tocou para mim a música mais poderosa e tocante que eu já havia escutado. Era “Layla”, sobre um homem que se apaixona perdidamente por uma mulher que o ama mas não está disponível.

Ele tocou para mim duas ou três vezes, olhando meu rosto a todo momento para ver minha reação. Meu primeiro pensamento foi: “Oh Deus, todo mundo vai saber que é prá mim”.

Eu era casada com um dos amigos mais próximos de Eric, George Harrison, mas Eric estava deixando explícito seu desejo por mim havia meses. Eu me sentia inconfortável por ele estar me empurrando em uma direção que eu não estava certa se queria ir.

Mas, ao perceber que eu havia inspirado tanta paixão e criatividade, a música tirou o melhor de mim. Eu não pude mais resistir.

Naquela noite eu estava indo ao teatro para ver “Oh! Calcutta!” Com um amigo e depois iria a uma festa na casa do empresário Robert Stigwood. George não quis ir nem ao show nem à festa.

Depois do intervalo de “Oh! Calcutta!” eu voltei e encontrei Eric no assento ao lado, depois de persuadir um estranho a trocar de lugar com ele. Depois, nós fomos à casa de Robert separadamente, mas logo estávamos juntos. Era uma festa ótima e eu me senti lisonjeada pelo que havia ocorrido anteriormente, mas também profundamente culpada.

Depois de algumas horas, George apareceu. Ele estava de cara fechada e seu humor não melhorou ao caminhar por uma festa que já acontecia havia horas e a maioria dos convidados estavam sob efeito de drogas.

Ele insistia em perguntar “Onde está a Pattie?”, mas ninguém parecia saber. Ele estava quase indo embora quando ele me viu no jardim com Eric. Estava começando a amanhecer, e estava muito enevoado. George chegou para mim e perguntou: “O que está acontecendo?”.

Para o meu horror, Eric disse: “Eu tenho que te contar, cara, que eu estou apaixonado pela sua mulher”.


Pattie Boyd a mulher que inspirou a composição de "Layla" (Clapton) e "Something" (Harrison).

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Um Protesto a Céu Aberto

"VOLTA MATHIAS, VOLTA!"

A Idade esta Dentro de Você

Tenho refletido muito sobre essa frase nos últimos dias, alguns podem me considerar infantil, outros podem me considerar maduro, a questão é que eu vivo minha vida da maneira que eu acho que devo viver. Alem do mais não preciso provar nada pra ninguém, se quiseres que ande ao meu lado.

Mas não é da minha pessoa que venho falar. Venho falar de uma pessoa muito mais importante do que eu, pelo menos por enquanto, rs. O ano é de 1934, filho de imigrantes italianos, mais precisamente de Nápoles, sul da Itália, nasce o meu querido avô (na qual por motivos óbvios o nome não será citado) no bairro do Brás, outrora considerado um bairro habitável e com tradições italianas, com seu pai sapateiro e sua mãe dona de casa, teve uma infância humilde e teve que começar a trabalhar desde cedo.

Pra não tornar esse post uma biografia (não autorizada) vou editar a história.

76 anos depois...

O ano é de 2010, agora casado, com dois filhos e três netos, sendo o mais novo uma mulher, aposentado e sem muitas aventuras na vida, a não ser as idas e vindas em seus mais de 6 médicos, o que muitas vezes ocupa todos os dias da semana. Sempre viveu sua vida em função de sua família, deu tudo o que pode para seus filhos e depois para seus netos, o velho não é das pessoas que mais se deixa influenciar, mas um belo dia, seu neto mais velho ditou um dos princípios hedonistas do mago Aleister Crowley e disse:

-Vô, faça o que tu queres, a de ser tudo da lei.

(N. do R.) Seu neto mais velho, que no caso é a pessoa que vos escreve, é considerado por muitos a ovelha negra da família, aos 13 anos começou a tomar aulas de violão, aos 16 tinha sua primeira banda de rock, aos 18 sua primeira tatuagem. Hoje me encontro trabalhando com comunicação, baixista de uma banda de rock e com duas tatuagens no corpo, em busca da terceira.

Enfim, não sei o que deu na cabeça do santo homem, mas um belo dia ele levantou da cama e resolveu fazer alguma coisa por ele mesmo e tomou a mais louca das decisões de sua vida, fez uma tatuagem também!

Escreveu o nome de sua neta mais nova no ante-braço direto, em letras consideráveis, ao que me consta ela ainda não sabe, mas eu fui o primeiro a saber e pasmem, FODA-SE que não é meu nome, quantas pessoas no mundo tem um avô que fez uma tatuagem aos 76 anos de idade?

Embora o corpo mostre alguns sinais de idade, e já não corresponda a suas vontades como era de costume, a verdadeira idade esta dentro da gente. Quantas pessoas costumam dizer que a vida começa na terceira idade? Deixa o velho viver o que lhe resta da vida da forma que ele bem entender.

É claro que algumas pessoas vão crucificá-lo, chamá-lo de louco, insano e querem saber ele tem mais é que ser insano mesmo, tatuagem não é manifestação marginal não, é uma forma de expressar seus sentimentos para o mundo todo através da body art.

Parabéns meu avô, agora somos os dois ovelhas negras da família.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Pernilongaria Part. 2

"E lá vou eu, de novo."

...

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O Tempo

Tempo é dinheiro, talvez a mais famosa frase dentre os taxistas de Nova Iorque. Não que eu já tenha ido pra lá, mas aprendemos desde pequenos o significado desta frase. Só sabe o significado real dessa frase, quem realmente já viu ele passar na frente de seus olhos.

Um exemplo simples, passar algumas horas dentro de um cinema vendo um bom filme, ou passar a noite ao lado da pessoa que você gosta, o tempo é um simples amigo seu, você desfruta cada um de seus preciosos segundos e não da o verdadeiro valor que ele merece.

Agora tente segurar um carvão em brasa com as mãos nuas, ou até uma pequena farpa que entra no seu dedo, quanto valor você da pro tempo até que ela seja retirada? Cada segundo parece muito maior do que é e minutos não são tolerados.

E se você pudesse controlar o tempo? Se no momento em que uma pessoa que você gosta esta prestes a entrar no portão de embarque do aeroporto, o que você faria? Se aqueles minutos finais de uma prova se tornassem uma hora, você teria passado de ano? E aquele beijo na boca que você almejou por dias?

Passei 62 horas seguidas trabalhando esse final de semana, sono, fome, dor, uma mistura de sentimentos e estava completamente alheio ao que acontecia fora de uma sala que não tem janelas, já não sabia mais se era dia ou se era noite, e ainda assim se pudesse teria congelado o tempo para me certificar de que o trabalho seria terminado a tempo e com qualidade.

Fiz uma visita recente ao tumulo de minha mãe, e apenas por um segundo me flagrei imaginando como seria dar um abraço nela, só um, por mais rápido que fosse, seriam com certeza os melhores segundos de minha vida. Mas o tempo é implacável, ele simplesmente passa e leva com ele tudo.

Qual é a diferença entre presente, passado e futuro? Cada um tem sua própria interpretação, a minha, é que o passado é uma lembrança, não importa se é agradável ou desagradável faz parte da sua história, orgulhe-se dela. O futuro? Dizem que você pode planejar o seu futuro, tenho minhas duvidas, ele é incerto e você também pode receber surpresas agradáveis ou desagradáveis.

Agora o presente, horas, a palavra é auto-explicativa!

Aproveito cada segundo de minha vida como se fossem os últimos, já me perguntaram se vale a pena ou se isso me faz bem. Não sei responder. Mas uma coisa eu garanto, eu quero é mais!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

f(x) = a.x + b

Uma reta! A função mais simples conhecida em nossa matemática. Previsível e de fácil solução, onde podemos obter sua raiz empregando no máximo uma operação de divisão. Que de tão simples aprendemos a manuseá-la na sexta série do ensino fundamental. E quem nos dera toda nossa matemática fosse de simples manuseio como a função de uma reta. Nesse campo existem diversas nuances não lineares que ainda desconhecemos solução, ou tampouco sua utilidade no mundo físico. Obscuridades nos universos de espaços amostrais, séries e trigonometria.

E lá vou eu de novo tentar contextualizar comportamentos humanos na rigidez maleável dos fenômenos físicos.

Vamos partir da premissa que afinidade é representada pela equação de uma reta. Ela tem direção bem definida (para cima ou para baixo) e seu coeficiente angular representa a velocidade em que ela aumenta (ou diminui). Simples assim. Visível assim. Para todo seu espaço amostral. Se considerarmos que essa função “pura” nunca será parada, poderíamos inferir que afinidade terminaria em “mais infinito” ou “menos infinito”.

Mas a matemática admite que associemos duas ou mais funções. O que novamente podemos fazer analogia as afinidades, sentimentos e redondezas. E nessa associação de funções sentimentais a resultante pode ser desconhecida ou sem solução. Como aquelas equações do mundo numérico que até se pagam prêmios em dinheiro para quem solucioná-las. Há uma linha muito tênue entre afinidade simples e pura e afinidade mais algoritmos perigosos.

Mais infinito, menos infinito, zero? Conseguimos sua tendência, mas não onde finalmente vai parar. E a falta de conhecimento matemático em fenômenos físicos pode gerar grandes danos às redondezas. Para reduzir a zero esses perigos de danos, matemáticos (ou psiquiatras) do mundo inteiro procuram a solução para essas equações imprevisíveis e desconhecidas.

E lembrando, para quem descobrir a solução, paga-se prêmio em dinheiro.

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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Pink Fest 2009

- 120 pessoas
- 1 casal, ou 2, ou 3...
- 1 Roupão
- 2 Orelinhas
- Plumas e Anteninhas
- Open Bar
- Vomito no Banheiro
- Sexo no Banheiro?
- Uma briga
- Um stress

E muito, muito cor-de-rosa.

Apud: Palavras Chave - de Correali

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Recado

Você tem certeza do que você quer ser? Revisite seus sonhos, e veja quais realmente perduram e quais já secaram e possuem apenas uma casca oca. Revisite seus poemas, e tenha certeza que estão sendo escritos no tom do presente. Revisite seu passado, e visite logo a pendência mais procrastinada que possui. É um “barato” duro, mas necessário. Parece que você se perdeu um pouco, não está mais leve como antigamente. Seja magnânimo consigo mesmo, e defina teu destino de forma justa e decidida como sempre foi. Sobretudo não queira ser muito adulto nem bem resolvido demais. Revisite você mesmo, e terá de novo a paz de espírito que sei que não está encontrando agora.

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domingo, 22 de novembro de 2009

Saúde, Cheers, Prost, Salute...

"A cerveja é a prova viva de que Deus nos ama e nos quer ver felizes."
Benjamin Franklin

"Faça sempre lúcido o que você disse que faria bêbado. Isso o ensinará a manter sua boca fechada."
Ernest Hemmingway

"Era um homem sábio aquele que inventou a cerveja."
Platão

"Um país não pode ser um país de verdade senão tiver ao menos uma cerveja e uma empresa aérea. Ajuda se tiver uma equipe de futebol, ou armas nucleares, mas o mais importante é a cerveja."
Frank Zappa

"Se Deus soubesse que nós beberíamos cerveja, nos teria dado dois estômagos."
David Daye

"A cerveja me faz sentir da forma como gostaria de me sentir sem cerveja."
Henry Lawson

"Sem dúvida, a maior invenção da história da humanidade é a cerveja. Eu admito que a roda também é uma grande invenção, mas a roda não desce tão bem com uma pizza."
Dave Barry

"Dê-me uma mulher que ame a cerveja e eu conquistarei o mundo."
Kaiser Wilhelm

"Eu mataria todos neste quarto por um gole de cerveja."
Homer Simpson

"Nem todos os produtos químicos são maus. Sem elementos químicos tais como o hidrogênio e o oxigênio, para o exemplo, não haveria nenhuma maneira fazer água, um ingrediente vital para a cerveja."
Dave Barry

"Eu bebo para fazer as outras pessoas interessantes."
Dave Barry

"Cervejal: a causa e a solução de todos os problemas da vida."
Homer Simpson

"Não nos incomodamos se você atirar bosta no palco, mas não atire na nossa cerveja - é o nosso combustível!"
James Hetfield, Metallica

“Eu recomendo... pão, carne, vegetais e cerveja.”
Sófocles na Filosofia para uma dieta moderada.

“24 horas num dia, 24 garrafas num engradado. Coincidência? Não me parece...”
Stephen Wright

“Mulheres bonitas fazem-nos comprar cerveja. Mulheres feias fazem-nos beber cerveja.”
Al Bundy

“Pessoas que gostam de cerveja sem álcool não gostam verdadeiramente de cerveja; elas apenas gostam de urinar!”
Anónimo

“Do suor do Homem e do amor de Deus veio a cerveja ao mundo.”
Santo Arnaldo

“Vou comprar um barco... viajar um pouco e no entretanto vou estar a beber cerveja.”
John Welsh, condutor de autocarros de Brooklyn que ganhou 30 milhões de
dólares na loteria.

“A melhor forma de se morrer é sentarmo-nos debaixo de uma árvore, comer toneladas de bolonha e salami, beber um engradado de cervejas e depois explodir!”
Art Donovan, aka Fatso

“Eu gostaria que todos tivéssemos sempre sorte! Eu gostaria que tivéssemos asas! Eu gostaria que a água da chuva fosse cerveja.”
Robert Bolt

“Dá um peixe a um homem e ele o comerá. Ensina-o a pescar e ele ficará todo o dia sentado no barco a beber cerveja.”
Anónimo

“Ser rico não é importante: nunca poderás beber mais de 30 a 40 copos de cerveja por dia”
Coronel Adolphus Busch

"Quanto mais a mulher bebe, menos ela reclama. O importante é mante-la sempre com a boca cheia."
Oddone


quinta-feira, 12 de novembro de 2009

...

Algo vem me incomodando, não é de hoje, tem um tempo já. As vezes de dia, as vezes de noite. Não ouço sua voz, apenas sinto sua presença, me vem a mente o seu semblante de cobrança, aquela mordida no lábio inferior quando ficava insatisfeita com algo. Estamos com saudade um do outro, mas talvez o medo ou a raiva me desviam do caminho toda vez que resolvo ir vê-la. Me incomoda. Não sei se não tenho coragem, não há de ser nada demais, já se ofereceram pra ir comigo, mas não, tenho que fazer isso sozinho, afinal sempre foi sozinho que tivemos nossas melhores conversas. Talvez eu leve um maço de cigarros, ela sempre gostou mais do que flores. Acho que o que mais me incomoda, não é o fato de eu ter que ir até lá, o que mais me incomoda é que agora tenho data marcada, me incomoda eu não poder mais adiar, me incomoda ser o seu aniversário.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Exorcismo

Bati o carro. A única explicação plausível para a situação que estava. Cacos de vidro entre meus dedos, barulho de serra nas minhas orelhas e ferragens estranhas me impedindo de me movimentar. O sangue espesso que sentia em meus pés era meu? Sim. Sou retirado um tanto quanto fraco, mas não reivindico ajuda dos bombeiros. Sigo meu caminho ainda sangrando um pouco. Sinto frio.

Não entendia muito bem o caminho. Me sentia enfraquecido, talvez pela batida ou pela perda de sangue. Deparo-me com um puteiro. Entrei nele e procurei por uma loira que preste. Paguei o triplo do preço para ela, afinal meu estado era repulsivo. Ela não se deitaria comigo pelo preço normal. Mas deitou. Só deitou. Paguei para ficarmos deitados, com ela dizendo ao pé do meu ouvido que ficaríamos juntos para sempre. Dei-lhe o último centavo do dinheiro combinado. Estava feliz por fazer com que o dinheiro não camuflasse nenhum interesse egoísta atrás de uma falsa nobreza admirável.

Sentia muita dor nas pernas, talvez tivesse um fêmur fraturado. Mas minha apatia era maior que a dor, e isso me fazia não parar. Sem ainda entender o caminho, entrei num beco. Três adolescentes e algumas gramas de cocaína. A cada aspirada daquela suprimia mais minhas dores. Após a última carreira, cuspi um tanto de sangue no chão e quis andar mais.

Achei minha casa. Ao entrar num surto de raiva destruí móveis e decorações. Rasguei e queimei fotos da minha família. Sem me importar entro no quarto e me deparo com um demônio na cama. Pele avermelhada, rija, com veias saltando. Um sorriso plastificado em seu rosto. Ácido. A dor voltava e me sentia cada vez mais fraco. Sentei na cama, por cima dele passando uma perna minha em cada lado de seu tronco. Ele era horas quente, a ponto de me queimar e horas frio, a ponto de deixar minha carne quase quebradiça.

Experimentei uma sensação completamente nova. Que não poderia ser explicada como a sensação de dor ou a sensação causada pela cocaína. Ele ainda estava ali, mas já não sorria. Sai de cima daquele demônio, procurei por um cobertor e o cobri dos pés até o pescoço. Sentei-me no chão, ao lado da cama, envolvi uma de suas mãos à minha e comecei a cantarolar baixo. Havia votos de boas coisas em todas as notas da música. Sua respiração era cada vez mais ofegante. Deitei-me ao seu lado, e disse que toda a andança dessa noite era errada, mas estava feliz por mandar ao inferno minhas curiosidades indevidas sobre sua existência. Cantarolei mais alguma coisa até pegar no sono.

Acordei com uma luz forte no meu rosto e senti alguém pulando em cima de mim. Era minha mulher, me batendo com um travesseiro. Me chamava de preguiçoso vagabundo enquanto ria. Roubou-me um beijo e pediu ao pé do meu ouvido que levantasse, para dividir o resto do dia com ela. Saí da cama sentindo meu corpo absurdamente dolorido. Ouvi dela que estava tudo pronto e fui conduzido até a sala. No sofá duas malas coloridas e meus filhos sentados à mesa terminando o café e disputando o mais novo brinde do cereal. Logo que me viram correram para me abraçar, quase me derrubando ao chão. Na estante, fotos da família desde o casamento até os tempos de hoje em dia.

Saímos à rua, toda arborizada e num dia ensolarado caminhávamos. Eu, minha mulher e meus filhos. Um de cada lado de mim, conversando entre si:

- Você viu que fazem exorcismos naquela igrejinha?

- Que nada, tudo mentira!

- Ah! Você está com medo de ir lá e ver um demônio!

- Que medo que nada! Pai, existem demônios?

- Talvez tenha existido filho, mas não mais, não mais...

***